De toda a parte do mundo vieram
importantes técnicas terapêuticas e de medicina que, aos
poucos, vão se
misturando às revoluções tecnológicas deste lado, resultando
em importantes
procedimentos para o bem-estar e a saúde.
A Shantala foi divulgada pelo
obstetra francês Frédérick Leboyer, na década de 70.
Em uma de suas viagens
à Índia observou esse hábito cultural das mães com seus
bebés. Ele
interessou-se por aquela “técnica” de massagem
para bebés. Aproximou-se de uma mulher que massageava seu bebé e pediu para
aprender e fotografar a “técnica”. Pouco tempo depois Leboyer
publicou o livro apresentando ao mundo ocidental a
“arte tradicional” à qual deu o mesmo nome daquela mulher:
Shantala.
Desde então muitas famílias,
terapeutas e profissionais de saúde têm a oportunidade de
aplicar e divulgar esse
excelente recurso para o bem-estar e para o desenvolvimento
psicomotor dos
bebés.
Resultados do estudo realizado nos anos 90 no Instituto
de Pesquisa
sobre o Toque, da Universidade de Miami,
USA.
Com um grupo de controle, que não
recebeu a massagem, e outro que a recebeu, os cientistas observaram as seguintes
características positivas atribuídas à Shantala:
• A regulação das funções
fisiológicas digestivas e respiratórias, o que contribui
para evitar a
manifestação de cólicas, prisão de ventre e dor de barriga e para
favorecer a digestão.
• O desenvolvimento da
propriocepção, ou seja, a consciência do próprio
corpo.
• O ganho de peso para os
bebés.
• Auxilia o sono
tranquilo.
• Favorece a troca afectiva
entre pais e filhos.
A Clínica dos Afectos tem ao seu dispor técnicas formadas
em Massagem Shantala. Para mais informações, contacte a
clínica!
Dra. Delfina da Costa Carvalho